domingo, 27 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Filho Preferido
Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava.
Ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, respondo-lhe:
o filho preferido, aquele a quem me dedico de corpo e alma,
é o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que crie.
O que prometeu, até que cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que se cale".
E, já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
"O que já me deixou, até que o reencontre".
Ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:
"Nada é mais volúvel que um coração de mãe. E, como mãe, respondo-lhe:
o filho preferido, aquele a quem me dedico de corpo e alma,
é o meu filho doente, até que sare.
O que partiu, até que volte.
O que está cansado, até que descanse.
O que está com fome, até que se alimente.
O que está com sede, até que beba.
O que está estudando, até que aprenda.
O que está nu, até que se vista.
O que não trabalha, até que se empregue.
O que namora, até que se case.
O que casa, até que conviva.
O que é pai, até que crie.
O que prometeu, até que cumpra.
O que deve, até que pague.
O que chora, até que se cale".
E, já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:
"O que já me deixou, até que o reencontre".
Qual o termo contrário pra admirar?
Pois é esse mesmo termo que sinto por pais que deixam claro sua preferência por um dos filhos.
Pode ser que seja sem querer, que acabem fazendo sem perceber.
Mas precisam ter cuidado, o filho preterido sente, e guarda isso dentro de si.
Pode acontecer dele não deixar transparecer a dor do descaso, mas ela está ali, bem sentida, bem verdadeira.
Cuidado Pais, procurem analisar suas ações com os filhos, um por um.
Sim, existem pais que amam de tal forma seus filhos que não conseguimos ver nenhuma diferença.
Conheço pais assim, meus Pais foram assim.
Amaram tanto seus 4 filhos que nenhum deles podem levantar essa questão, qual amado menos ou mais.
Conheço mais pais assim.
Mas sabemos que existem o que não são assim.
Pois é esse mesmo termo que sinto por pais que deixam claro sua preferência por um dos filhos.
Pode ser que seja sem querer, que acabem fazendo sem perceber.
Mas precisam ter cuidado, o filho preterido sente, e guarda isso dentro de si.
Pode acontecer dele não deixar transparecer a dor do descaso, mas ela está ali, bem sentida, bem verdadeira.
Cuidado Pais, procurem analisar suas ações com os filhos, um por um.
Sim, existem pais que amam de tal forma seus filhos que não conseguimos ver nenhuma diferença.
Conheço pais assim, meus Pais foram assim.
Amaram tanto seus 4 filhos que nenhum deles podem levantar essa questão, qual amado menos ou mais.
Conheço mais pais assim.
Mas sabemos que existem o que não são assim.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
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domingo, 1 de dezembro de 2013
Mais uma vez Dezembro...
Tá, então mais uma vez ele chegou.
Esse mês que nos provoca sentimentos dúbios, contraditórios, mas mesmo assim nos sentimos "ás vezes" bem em sentí-los.
Mês esse que sempre nos faz lembrar de perdas irreparáveis, sofridas e desesperadoras. Sim, desespero sim, em nossas almas.
Porque se para alguns é fácil sublimar uma dor, esquecer, guardar lá no fundo, para outros é ainda complicado lidar com a perda.
Essa dor ainda nos inflige a cada segundo que respiramos, pelo menos em mim é assim.
Admiro o ser que consegue respirar de novo com tanta facilidade depois de uma coisa tão maligna como a morte.
Eu ainda me pego ás vezes tendo que mandar meu corpo puxar o ar, para poder continuar viva.
Mas aí, do nada vem a sensação de puro êxtase, ao olhar do lado e ver meu filho, lindo, saudável e cheio de vivacidade.
Seu nascimento foi como um afago de Deus em meu coração, uma nova chance de ser feliz de novo.
Ainda me pergunto em que momento da vida Deus decidiu me agraciar com a maternidade.
Que bom que ele fez isso.
Enfim, que venha Dezembro, Janeiro, Fevereiro...
Que venha a mais uma chance de cometer novos erros e acertos.
Que venha a vida!
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